domingo, 30 de agosto de 2009

É nós na feira!

Pessoal, saiu a programação da 10ª Feira HQ, evento que vai acontecer de 11 a 19 de setembro no Clube dos Diários, em Teresina.

Eu vou participar em dois momentos: no dia da abertura (sexta-feira, 11/09), às 19h, onde eu e minha colega Paula Beatriz faremos a palestra "O Núcleo de Quadrinhos do Piauí e seus (des)encontros na produção de Arte Sequencial", e no domingo (13/09), às 10h, onde participarei de uma mesa-redonda sobre HQs nas Universidades.

Além deste que vos fala e Paula, estarão presentes na mesa redonda Bernardo Aurélio, Kelma Gallas e Lucas Lins.

Vai ser supimpa (entrei no túnel do tempo e fui buscar esse adjetivo na década de 70).

Mais detalhes da programação da feira em www.nucleodequadrinhospi.blogspot.com.



segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Que Van Halen que nada!

Lembram daquele clipe em que o Van Halen homenageia os Blue Angels (grupo de acrobacias aéreas da Força Aérea Norte-americana)?

Pois é. Agora temos uma homenagem à altura - e bem brasileira - ao nosso Esquadrão de Demonstração Aérea da Força Aérea Brasileira - Esquadrilha da Fumaça, para os chegados.

Quem fez? o sanfoneiro-piloto-gente boa Waldonys, fortalezense arretado, que esteve aqui em Teresina há alguns dias e cortou os céus do Clube de Ultraleves do Piauí com seu avião - logo depois teve show de música, é claro. Meus amigos estavam todos lá... eu só não fui porque estava viajando. Assistam o clipe, da música "Sonho de Ícaro":



Palmas para Waldonys, que mostrou como se faz. "Sonho de Ícaro", aliás, é uma das músicas preferidas da minha mãe (informação completamente dispensável)

Foi mal, Eddie Van Halen, mas o Waldonys HUMILHOU.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Pinto piou

Pintinhos comem maconha

(O Globo, 19/08/2009)

A expressão "mais feliz do que pinto no lixo" ganhou nesta quarta-feira um significado diferente em Volta Redonda. Quando um PM entrou no galinheiro de um bandido, encontrou cerca de 20 pintinhos cambaleando para lá e para cá, num grande esforço, nem sempre bem-sucedido, para se manterem sobre os dois pés. Um olhar mais atento constatou a razão: num canto, sacos plásticos com maconha tinham pequenos furos.

Embora a droga não fosse para o bico delas, as aves, sem comida e sem água à vista, acabaram avançando sobre os pacotes.

O caso aconteceu durante uma operação feita pelo 18º Batalhão na casa de Fábio Pinto da Silva, acusado de ser o "gerente" do tráfico de drogas na Zona Leste de Volta Redonda. Com ele, foram encontradas uma granada e um revólver, além de drogas.

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1- Sabe aqueles pintinhos coloridos? pois é, trata-se da mesma coisa, só que agora em um sentido mais amplo.

2- Pintinho cannabis: "eu acho que vi um gatinho... não, agora ele é um cachorro! e agora é uma espiral caleidoscópica! que viagem!"

3- O nome do traficante é Fábio Pinto da Silva. O cara só estava praticando uma modalidade de tráfico personalizada, pô!


(dica do meu amigo Junior Pontes, o radar Doppler da web)

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Limites e provações

Ora vejam só. A globo voltou com o negócio do "no limite".

Aliás, essa briga globo x record é pitoresca. Afinal, a emissora "dos bispos" também tem um reality show (a fazenda) no qual as pessoas passam por provações imensas e condições desumanas (no caso, conviver com o Dado Dolabella).

Voltando ao caso global, a velha tática das guloseimas intragáveis (lembram dos olhos de cabra?). Em alguns casos, os participantes devem engolir coisas vivas.

Grande coisa. Eu costumo tomar lactobacilos vivos. E daí?

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Dois sujeitos

A série Friends - uma das minhas preferidas - traz dois personagens que me chamam a atenção. Caso vocês não os conheçam:

O primeiro é Chandler Bing (que era interpretado por Matthew Perry). Chandler é um sujeito sarcástico, engraçado e agitado. Dá tiradas impagáveis a todo momento.

O segundo é Joey Tribianni (Matt LeBlanc). Joey é infantil, ingênuo e burro. Desastrado, ele sempre se dá mal no dia-a-dia.

De repente percebi que minha personalidade combina traços de Chandler e Joey.

Também de repente, percebi que esta informação é completamente inútil.

Por favor, ignorem o que acabaram de ler.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Finally...

Olá a todos...

Depois de finalmente ser aprovado no TCC - sim, agora eu sou um jornalista por formação, não que isso signifique grande coisa neste país - estou de volta ao meu blog.

Neste período em que fiquei afastado, muita coisa aconteceu. Além da correria do trabalho de conclusão, meu avô materno faleceu na semana passada.

Agora estou descansando, pensando nas mudanças que acontecem quando um sujeito forma-se. A maior vantagem é que agora eu tenho direito a cela especial (há!).

Grande abraço!

sábado, 18 de julho de 2009

Notícias

Estou passando uns dias em São João dos Patos... descanso merecido.

Na terça-feira volto pra THE pra cuidar dos detalhes da apresentação do meu TCC, que acontecerá no dia 28.

Desejem-me sorte.

abraços


(meu blog tá sem graça)

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Qualquer semelhança é mera coincidência

Logomarca da Ferrari:


Logomarca da casa de shows cavalo dourado, na zona sul de Teresina:


Quanta criatividade, não?


(desculpem a qualidade da foto, eu estava dentro de um ônibus e tirei a foto no celular)






sexta-feira, 10 de julho de 2009

De volta!

Olá a todos!

Depois de um longo período sem postar nada - a preguiça e o TCC são os fatores mais conhecidos - venho anunciar a minha volta a este blog.

Sim! entreguei o TCC ontem, após um período estafante de pesquisa, redação, etc.

Ainda estou cansado demais pra escrever por mim mesmo (desculpa esfarrapada), mas deixo uma dica pra vocês: um especial lá no Amálgama, com exemplos de capas de vinis de duplas sertanejas no mínimo estranhas. Aproveitem:

DUPLAS SERTANEJAS CURIOSAS, PARTE 1

DUPLAS SERTANEJAS CURIOSAS, PARTE 2

domingo, 28 de junho de 2009

"Tô paganu!"

Sabe aquele quadro dança dos famosos, do Domingão do Faustão? pois é. Está à venda.

Quem quer comprar?

Eu sei, isso é mais uma das loucuras do 180graus. Mas se eu pudesse "comprar" a dança dos famosos, eu compraria só pra ter o direito de ver o Maguila dançando tango com a Regina Cazé.

Seria hilário.


terça-feira, 23 de junho de 2009

Desculpa aí...

Senhoras e senhores, desculpem pela falta de atualizações deste pequeno blog. Sim, eu continuo cuidando do TCC... agora pra obter um diploma que já não é mais obrigatório. Mês que vem volto a postar com mais frequência.


Porém...


Meu Twitter sempre está em dia. Sigam-me por lá!

www.twiter.com/dowglas

quinta-feira, 18 de junho de 2009

E o canudo? ah, não precisa

Ontem cheguei em casa depois de mais um dia cansativo escrevendo meu trabalho de conclusão de curso na Biblioteca da UESPI. Jantei, caí na cama, dormi um pouco, e fui assistir ao Jornal Nacional.

Bem na hora em que comecei a assistir, começou a matéria sobre a decisão do STF (Superior Tribunal Fajuto) que põe fim à obrigatoriedade do diploma de jornalista para exercer a profissão.

Não preciso nem dizer que fiquei indignado, já que estou no último período do curso e quase ficando louco pra ecrever meu trabalho de conclusão. Se bem que meu curso não é só Jornalismo: é Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, e ainda tem a habilitação seguinte: Relações Públicas.

Vou evitar escrever mais sobre isso aqui, afinal tenho muito pra escrever no meu TCC. Querem saber mais sobre isso? vejam o que a Dianne tem a dizer.


domingo, 14 de junho de 2009

Minhas revoluções culturais

Justificar completamenteOpa! seguindo uma proposta do meu amigo Daniel, listei abaixo alguns dos momentos "culturais", que representaram reviravoltas na minha tosca existência.

1985
– Nasço em São João dos Patos-MA, às 10 horas e 10 minutos da manhã do dia 10 de setembro.

1989 – Já na escola, me dou bem com o aprendizado da leitura. Neste mesmo ano, viro matéria no jornal local, por saber ler muitas palavras aos quatro anos. Na matéria, apareço em uma foto engraçada, com cara de moleque danado. Meu pai ainda guarda o jornal.

1989 – Em uma brincadeira, meu pai decidiu me dar cerveja. Eu tinha quatro anos de idade, e minha mãe lembra que meu pai encheu um copo de cerveja e me deu. Bebi tudo e não deu outra: fiquei tonto e dormi minutos depois. Deve ser por isso que não gosto de beber até hoje (isso é um momento cultural?).

1990 – Ainda na escola, descubro um talento para o desenho. Minha professora tentava rabiscar um violão no quadro, e desenhou algo muito tosco. Eu levantei de minha cadeira, fui até o quadro, peguei um pedaço de giz e disse: “esse seu violão mais parece uma pá!”. Depois disso, desenhei uma coisa mais parecida com um violão. A professora ficou surpresa com a minha atitude e deve ter ficado imaginando: “que menino maluco!”. Minha mãe adora essa história.

1990 – Vejo um avião bem de perto, pela primeira vez. Meu pai me levou no campinho de aviação da cidade, onde um Seneca a serviço da empresa em que ele trabalha havia pousado. O piloto, Getúlio, disse em tom de brincadeira: “vamos dar uma voltinha”? Eu estava tão impressionado com aquela máquina fabulosa que nem respondi, deixando meu pai sem jeito.

1996 – É hora de chegar à 5ª série. Lembro que eu tinha um medo profundo disso, não sei por quê. No final de 96, eu e minha família fazemos nossa primeira viagem a Brasília. Imediatamente fiquei maluco pela cidade.

1996 – Torno-me um fã dos Mamonas Assassinas. Eram geniais. Eu os imitava, adorava. O acidente que os matou me deixa paralisado. A todo momento, desenho as reconstituições do desastre, iguais às do jornais. Os colegas de trabalho do meu pai adoram me ver tentando explicar o acidente.

1997 – depois muitos anos fazendo caricaturas constrangedoras e engraçadas (incluindo uma do meu médico, que ele adorou) desenho uma história em quadrinhos chamada “Wolverine versus Predador”, a pedido de Pablo Silvestre, um dos meus maiores amigos, que morava em Floriano. A história era horrível, os desenhos sofríveis, mas foram feitas várias cópias, na base da Xerox mesmo. Eu desenhava com uma caneta chamada “metal point”, que deixava minha mão e meu braço manchados de tinta.

1999 – Minha tia me convida, no meio de uma viagem, a ir morar em Brasília. Eu aceito no ato.

2000 – Passo a morar com minha tia na capital federal. Começo estudando no CASEB, uma escola grande e estranha, onde o Oscar Schmidt havia estudado, perto do parque da cidade. Alguns meses e momentos malucos depois, sou transferido para o colégio Setor Leste, onde dias antes da minha transferência uma bomba caseira destrói o banheiro que ficava ao lado da minha sala. Minha mãe vê a notícia no jornal nacional e fica aliviada (“ainda bem que não é no colégio do Dowglinhas”).

No Setor Leste, faço amizade com muitos alunos, que me apelidam de “Rubinho” por causa do meu inseparável boné, que tinha um escudo da Ferrari. Também me tornei amigo de vários professores – menos da professora de matemática, que resolveu um belo dia me xingar na frente dos 50 alunos, sem o menor motivo. Todos ficaram indignados com ela. As aulas aconteciam no período da tarde, e o curso de inglês pela manhã, três vezes por semana. Eu gostava muito do curso e da professora Emília, que havia morado por cinco anos nos Estados Unidos. Certo dia, vou à escola e na entrada do curso de inglês leio um cartaz que informava que as aulas estavam suspensas por causa da morte de Emília. Ela morreu em um acidente enquanto andava a cavalo. Fiquei arrasado.

Tornei-me amigo do professor de Português, cujo nome esqueci. Ele costumava dizer que, enquanto todos os outros tinham “cara de Caras”, eu tinha “cara de Bundas”. Ele se referia à revista Bundas, que trazia textos engraçados de diversos autores e charges de desenhistas como Ziraldo. Nem preciso dizer que ele odiava a revista Caras, cheia de futilidades e besteiras sobre a vida dos famosos. Eu tinha “cara de Bundas”, pois segundo o professor, era criativo e engraçado. Nessa mesma época, o professor me convidou a participar de um concurso para ilustrar um livro de uma autora amiga dele. Por ser imaturo e medroso, recusei.

2000 – Já de volta ao Maranhão, durante o jantar em casa, vejo um clipe de uma música chamada Scar Tissue, no programa Plugado, da TV Brasil. Imediatamente percebi que aquela banda, chamada Red Hot Chili Peppers, era diferente.

2001 – Fico louco com os atentados de 11 de setembro. Passo a procurar e ler tudo a respeito daquele episódio. Minha mãe até briga comigo por causa disso. Neste mesmo ano, tenho o primeiro contato com o Flight Simulator, simulador de voo que se tornaria meu principal passatempo. Mas uma coisa não relaciona-se à outra: não pretendo jogar avião nenhum em prédios. Nem mesmo no castelo daquele deputado federal.

2002 – Estou cursando o terceiro ano do ensino médio no Colégio Valmar. É meu último ano na instituição em que passei a maior parte da vida escolar. Todos os meus amigos estão meio que “sintonizados”, todos riem e fazem piadas. Este foi, até hoje, um dos melhores anos da minha vida.

2003 – Minha primeira tentativa de morar em Teresina. Matriculei-me no colégio Pró-Júris, onde descobri a minha aversão ao ambiente dos cursinhos, no qual todos estão competindo entre si em um ritmo louco. Fico mal, adoeço com saudades de casa. Meus pais e meus tios decidem que é melhor que eu volte para a minha cidade.

2004 – Decido estudar sozinho, em casa, para o Vestibular. Eu sabia que seria muito melhor do que aguentar a insanidade dos cursinhos. Mais tarde, eu descobriria que estava certo.

2005 – Durante um almoço de família, meu melhor amigo, Danilo, me telefona e diz que eu passei no Vestibular para Comunicação na UESPI. Eu não acredito nele imediatamente, e continuo a almoçar. Mas ele insiste. Era verdade. Fujo das pessoas que querem comemorar fazendo farra. Meu tio arruma uma máquina pra raspar minha cabeça, mas eu fujo também. Deixo meu pai soltar um rojão, e foi só. Eu precisaria voltar a morar em Teresina, o que significava um desafio enorme para mim. Eu estava concentrado em não decepcionar a todos, por isso não comemorei.

2006 – Já na UESPI, construo a minha atual fama de comediante de sala de aula. Influenciado pelo meu amigo Daniel Lopes, crio meu primeiro blog, ainda no serviço zip.net. Um dia, uma professora me flagrou tentando fazer uma mágica durante a aula. “Ei, o que você está fazendo?”, perguntou ela. Eu respondi, sem a menor cerimônia, que estava tentando aprender um truque. Ela ficou furiosa. Leio alguns trechos de um livro hilário sobre um país imaginário chamado “Molvânia”. Daniel tenta me vender o livro, mas o preço é extorsivo, o que fez com que eu o mandasse ir se lascar.

2007 – Crio meu atual blog.

2008 – Passo a ler e-books, a maioria sobre aviação e acidentes aéreos.

2009 – Estou provando do caos que é um trabalho de conclusão de curso. Experimento o yin e o yang da vivência: minha vida oscila entre momentos absurdamente felizes e acontecimentos chatos.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Vem aí a 10ª Feira HQ!

Taí o vídeo promocional da 10ª Feira HQ, que vai acontecer em setembro de 2009 no Clube dos Diários. O Bernardo Aurélio, gente boa e presidente do Núcleo de Quadrinhos do Piauí, pediu pra eu divulgar...



Pra quem não sabe, meu trabalho de conclusão de curso é sobre o Núcleo de Quadrinhos, hehe.

Show de bola.