Quem me conhece sabe que a aviação é minha vida, mas acabei me graduando em jornalismo por não ter dinheiro. Tenho um pé nas duas áreas. Aliás, no jornalismo eu só tenho um único dedo, dadas as atuais condições que essa profissão enfrenta nesse Brasil varonil, tão bem cantado por Vanusa. Já à aviação pertence o meu corpo inteiro.
Mas existem pilotos-jornalistas? existem sim. Um bom exemplo dessas almas errantes por natureza é o Antônio Carlos Juca Fernandes, o Popular Juca, editor da revista Frequência Livre, especializada em aviação. A Frequência, aliás, é minha leitura preferida, uma espécie de válvula de escape pras minhas indignações. O Juca, conhecido por ser trombeteiro e incisivo na hora de escrever, foi ao programa do Jô na semana passada, e deu uma entrevista no mínimo surreal. Aos interessados, seguem os vídeos!
A minha participação na 10ª Feira de Quadrinhos foi muito legal... gostei de expôr o trabalho de conclusão de curso (na noite de sexta-feira) ao pessoal no gelado (mas animado) auditório do Clube dos Diários e de falar sobre as experiências de pesquisa acadêmica em quadrinhos (hoje - domingo - de manhã, palestra na qual contei com a companhia dos pesquisadores Mário David, Lucas Lins e Bernardo Aurélio. Paula, que escreveu o livro comigo, não pôde ir). Assim que os amigos do Núcleo de Quadrinhos me enviarem as fotos das palestras eu posto por aqui.
Mas a Feira ainda não acabou não! dia 18 tem mais - vai acontecer o lançamento da revista Foices e Facões, um trabalho genial do não menos genial Bernardo Aurélio. Trata-se de uma adaptação para histórias em quadrinhos do episódio histórico mais importante da história deste quente Piauí: a Batalha do Jenipapo. Tive a oportunidade de estar no pré-lançamento da revista há alguns dias na Casa da Cultura e pude ver algumas páginas em primeira mão. Veredicto: uma revista de primeira qualidade!
Pessoal, saiu a programação da 10ª Feira HQ, evento que vai acontecer de 11 a 19 de setembro no Clube dos Diários, em Teresina.
Eu vou participar em dois momentos: no dia da abertura (sexta-feira, 11/09), às 19h, onde eu e minha colega Paula Beatriz faremos a palestra "O Núcleo de Quadrinhos do Piauí e seus (des)encontros na produção de Arte Sequencial", e no domingo (13/09), às 10h, onde participarei de uma mesa-redonda sobre HQs nas Universidades.
Além deste que vos fala e Paula, estarão presentes na mesa redonda Bernardo Aurélio, Kelma Gallas e Lucas Lins.
Vai ser supimpa (entrei no túnel do tempo e fui buscar esse adjetivo na década de 70).
Lembram daquele clipe em que o Van Halen homenageia os Blue Angels (grupo de acrobacias aéreas da Força Aérea Norte-americana)?
Pois é. Agora temos uma homenagem à altura - e bem brasileira - ao nosso Esquadrão de Demonstração Aérea da Força Aérea Brasileira - Esquadrilha da Fumaça, para os chegados.
Quem fez? o sanfoneiro-piloto-gente boa Waldonys, fortalezense arretado, que esteve aqui em Teresina há alguns dias e cortou os céus do Clube de Ultraleves do Piauí com seu avião - logo depois teve show de música, é claro. Meus amigos estavam todos lá... eu só não fui porque estava viajando. Assistam o clipe, da música "Sonho de Ícaro":
Palmas para Waldonys, que mostrou como se faz. "Sonho de Ícaro", aliás, é uma das músicas preferidas da minha mãe (informação completamente dispensável)
A expressão "mais feliz do que pinto no lixo" ganhou nesta quarta-feira um significado diferente em Volta Redonda. Quando um PM entrou no galinheiro de um bandido, encontrou cerca de 20 pintinhos cambaleando para lá e para cá, num grande esforço, nem sempre bem-sucedido, para se manterem sobre os dois pés. Um olhar mais atento constatou a razão: num canto, sacos plásticos com maconha tinham pequenos furos.
Embora a droga não fosse para o bico delas, as aves, sem comida e sem água à vista, acabaram avançando sobre os pacotes.
O caso aconteceu durante uma operação feita pelo 18º Batalhão na casa de Fábio Pinto da Silva, acusado de ser o "gerente" do tráfico de drogas na Zona Leste de Volta Redonda. Com ele, foram encontradas uma granada e um revólver, além de drogas.
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1- Sabe aqueles pintinhos coloridos? pois é, trata-se da mesma coisa, só que agora em um sentido mais amplo.
2- Pintinho cannabis: "eu acho que vi um gatinho... não, agora ele é um cachorro! e agora é uma espiral caleidoscópica! que viagem!"
3- O nome do traficante é Fábio Pinto da Silva. O cara só estava praticando uma modalidade de tráfico personalizada, pô!
(dica do meu amigo Junior Pontes, o radar Doppler da web)
Ora vejam só. A globo voltou com o negócio do "no limite".
Aliás, essa briga globo x record é pitoresca. Afinal, a emissora "dos bispos" também tem um reality show (a fazenda) no qual as pessoas passam por provações imensas e condições desumanas (no caso, conviver com o Dado Dolabella).
Voltando ao caso global, a velha tática das guloseimas intragáveis (lembram dos olhos de cabra?). Em alguns casos, os participantes devem engolir coisas vivas.
Grande coisa. Eu costumo tomar lactobacilos vivos. E daí?
A série Friends - uma das minhas preferidas - traz dois personagens que me chamam a atenção. Caso vocês não os conheçam:
O primeiro é Chandler Bing (que era interpretado por Matthew Perry). Chandler é um sujeito sarcástico, engraçado e agitado. Dá tiradas impagáveis a todo momento.
O segundo é Joey Tribianni (Matt LeBlanc). Joey é infantil, ingênuo e burro. Desastrado, ele sempre se dá mal no dia-a-dia.
De repente percebi que minha personalidade combina traços de Chandler e Joey.
Também de repente, percebi que esta informação é completamente inútil.
Depois de finalmente ser aprovado no TCC - sim, agora eu sou um jornalista por formação, não que isso signifique grande coisa neste país - estou de volta ao meu blog.
Neste período em que fiquei afastado, muita coisa aconteceu. Além da correria do trabalho de conclusão, meu avô materno faleceu na semana passada.
Agora estou descansando, pensando nas mudanças que acontecem quando um sujeito forma-se. A maior vantagem é que agora eu tenho direito a cela especial (há!).
Sou estudante de Comunicação Social. O único esporte que pratico com frequência é contar piadas, mas de vez em quando rola um futebolzinho. Muita gente me diz que sou engraçado, mas eu prefiro acreditar que o mundo é que é sério demais.