Alguns comerciais da TV nos marcam, ficam na lembrança. O vídeo que coloquei abaixo é um comercial da Sprite, que foi exibido aqui no Brasil em 2005. Vocês devem lembrar-se dele, afinal, não é antigo e, além de tudo, é original e fantástico.
Aposto que você se arrepiou... música perfeita, idéia perfeita!
quinta-feira, 24 de abril de 2008
domingo, 20 de abril de 2008
Surpresa
O jovem moço estava aguardando o ônibus no terminal movimentado naquele dia movimentado, típico daquela movimentada cidade. Precavido, ele pretendia chegar antes da hora do início do expediente, pois queria verificar sua caixa de e-mails sossegado. Já estava ali há dez minutos, esperando o ônibus nº 109, o qual toma todos os dias, e com cuja lotação já se acostumou. O pé esquerdo já batia no piso do terminal repetidas vezes , e o rapaz, impaciente, olhava os ponteiros do relógio de pulso em intervalos de tempo cada vez mais curtos. Foi aí que ela chegou.
Uma morena de cabelos lisos, pele clara como o mármore das colunas do Capitólio (ou como as geleiras da Groenlândia, sei lá), olhos negros, e a face permeada de pequenas sardas, embelezando a pele brilhosa do rosto, sob a luz do sol da manhã. Ela conservava uma expressão séria, vez por outra interrompida por uma leve tosse, provocada pelo ar frio do início do dia. A beleza daquela moça chamou tanto a atenção do rapaz que ele, de súbito, viu-se impelido a aproximar-se e perguntar o seu nome.
Então, o ônibus dela, o nº 239 chegou. A moça subiu e o rapaz, na iminência de perder de vista para sempre aquela belezura, esqueceu o horário, o emprego, o ônibus nº 109 e o resto da vida: subiu também no nº 239. Algum tempo depois, ela desceu do ônibus, e ele desceu na mesma parada, num calçadão com ladrilhos vermelhos e brancos, dispostos de forma irregular. Fianlmente ele a alcançou em seu passo rápido, e, com a mão sobre o ombro daquela obra dos Deuses, finalmente perguntou:
- Qual o seu nome?
Ela virou-se e, num movimento rápido, tirou a mãozinha delicada do interior do casaco escuro que vestia. Para a desagradável surpresa do jovem moço, a mocinha trazia na mão direita um soco inglês, com o qual ela o atingiu o lado esquerdo do rosto num golpe certeiro. Logo, nosso jovem garoto sentou uma forte dor que estendia-se da mandíbula até embaixo do olho esquerdo, passando pela boca. Logo viu-se no chão, tonto, e percebeu que a boca estava cheia de sangue: o soco arrancara-lhe um canino, um pré-molar e um dos incisivos superiores. O lábio superior estava destroçado e ele contorcia-se em espasmos torturantes de dor.
- Seu tarado!
E pensar que ele só queria saber o nome dela.
Uma morena de cabelos lisos, pele clara como o mármore das colunas do Capitólio (ou como as geleiras da Groenlândia, sei lá), olhos negros, e a face permeada de pequenas sardas, embelezando a pele brilhosa do rosto, sob a luz do sol da manhã. Ela conservava uma expressão séria, vez por outra interrompida por uma leve tosse, provocada pelo ar frio do início do dia. A beleza daquela moça chamou tanto a atenção do rapaz que ele, de súbito, viu-se impelido a aproximar-se e perguntar o seu nome.
Então, o ônibus dela, o nº 239 chegou. A moça subiu e o rapaz, na iminência de perder de vista para sempre aquela belezura, esqueceu o horário, o emprego, o ônibus nº 109 e o resto da vida: subiu também no nº 239. Algum tempo depois, ela desceu do ônibus, e ele desceu na mesma parada, num calçadão com ladrilhos vermelhos e brancos, dispostos de forma irregular. Fianlmente ele a alcançou em seu passo rápido, e, com a mão sobre o ombro daquela obra dos Deuses, finalmente perguntou:
- Qual o seu nome?
Ela virou-se e, num movimento rápido, tirou a mãozinha delicada do interior do casaco escuro que vestia. Para a desagradável surpresa do jovem moço, a mocinha trazia na mão direita um soco inglês, com o qual ela o atingiu o lado esquerdo do rosto num golpe certeiro. Logo, nosso jovem garoto sentou uma forte dor que estendia-se da mandíbula até embaixo do olho esquerdo, passando pela boca. Logo viu-se no chão, tonto, e percebeu que a boca estava cheia de sangue: o soco arrancara-lhe um canino, um pré-molar e um dos incisivos superiores. O lábio superior estava destroçado e ele contorcia-se em espasmos torturantes de dor.
- Seu tarado!
E pensar que ele só queria saber o nome dela.
terça-feira, 15 de abril de 2008
Só uma picadinha...
A edição de hoje do jornal O Dia trazia uma reportagem sobre a vacinação de idosos contra o vírus da gripe em Teresina, na campanha nacional de vacinação do idoso. Na capa, a chamada para a matéria trazia uma foto interessante, de uma mulher aplicando a vacina em uma senhora idosa.
Agora reparem na cara de dor da pobre senhora na hora da agulhada:
Agora reparem na cara de dor da pobre senhora na hora da agulhada:
foto: Assis Fernandes/O DiaAgora responda sem ficar pensando: qual a expressão mais adequada para o momento de sofrimento indescritível retratado acima, seja ela uma interjeição ou outra coisa qualquer?
a) aaaaaaaaaaaaaaaai!
b) uuuuuuiiiiiiiiii!
c) carai!!!!
d) Jesussssssssssssssss!
e) mamãeeeee!!!!
a) aaaaaaaaaaaaaaaai!
b) uuuuuuiiiiiiiiii!
c) carai!!!!
d) Jesussssssssssssssss!
e) mamãeeeee!!!!
PS: fontes seguras garantem que a senhora da foto ganhou um pirulito logo depois e foi embora toda alegre.
quinta-feira, 10 de abril de 2008
O estrangeiro que há em nós
Quando perguntam a você para que lugar você gostaria de viajar a passeio, as chances de você citar algum lugar fora do Brasil como resposta são muito grandes, não é? New York, Paris, Londres, Munique, Veneza, Los Angeles... são realmente lugares atraentes e conhecidos mundialmente. Mas você já pensou em conhecer seu próprio país?
O Brasil tem uma quantidade enorme de estrangeiros. Não estou falando dos japoneses, italianos, Franceses, Paraguaios, Uruguaios ou Argentinos. Estou falando de nós mesmos, nascidos nestas paragens tupiniquins. Nós realmente conhecemos a nossa pátria? nos respeitamos enquanto membros de uma mesma nação soberana? se alguém me fizesse essas duas perguntas, eu responderia NÃO e NÃO.
No meu ponto de vista, um habitante da hipermegalometrópole São Paulo, ou de qualquer outro lugar da abastada região Sudeste, que pensa que nós nordestinos, não conhecemos maravilhas tecnológicas como a eletricidade ou telefones celulares, não passa de um estrangeiro. Também é estrangeiro um nordestino que pensa que na região norte só há mato e índios. É um festival deprimente de preconceitos e asneiras sedimentadas em nosso povo por um senso comum emburrecedor, que me dá nos nervos.
Morei na capital federal há oito anos, por um período curto, mas suficiente para provar da ignorância geográfica de parte dos habitantes daquele quadradinho do oeste de Goiás. Eu estudava numa escola pública, porém muito boa. Eu tinha muitos amigos, gente do bem mesmo. Mas sempre vinha um engraçadinho perguntar pra mim coisas do tipo: "Ei Dowglas, como é o trânsito lá no Maranhão? só tem carroças?" ou: "é verdade que o chão lá é todo rachado por causa da seca?".
O nordeste brasileiro é uma região que sofre bastante com preconceitos, fato que torna especialmente repugnante a existência de ignorância entre um estado e outro de nossa própria região. Os maranhenses acham que os piauienses só sabem comer bode e tomar cachaça. Os piauienses são convictos de que o Maranhão é a terra da macumba, da pobreza e da miséria (quando, na verdade, Piauí e Maranhão sempre andaram de mãos dadas quando o assunto é pobreza). Todos os estados do Nordeste alimentam o senso comum de que Pernambuco é terra de maconheiros e que a Bahia só tem gente preguiçosa. Isso pra citar apenas alguns.
Eu moro no estado do Piauí, talvez o mais sofrido no que diz respeito a preconceitos. O povo daqui é muito esforçado, estudioso e ambicioso - no bom sentido, o sentido de crescer, ir pra frente. Gente humilde, trabalhadora. Mas a penosa ignorância geográfica também existe por aqui. Tenho bastante curiosidade de conhecer os preconceitos que os Ludovicenses (habitantes da Ilha de São Luís, capital do Maranhão, meu estado natal) têm com o resto do Brasil. Devem ser horríveis também. Afinal, só visitei São Luís uma única vez, ocasião na qual passei apenas um dia na cidade. Em uma próxima oportunidade, tratarei de passar mais tempo para descobrir isso.
O que está esperando? livre-se desse estrangeiro burro que há em você! Não será fácil fazer isso, ele é insistente. Mas para vencê-lo, nada como doses cavalares de leitura e informação. Nunca é tarde pra fazer isso. Afinal, viva o Piauí, o Maranhão, o Ceará, o Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Sergipe, Paraíba, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins, Pará, Amazonas, o sofrido e excluído Acre, Roraima, Rondônia, Amapá e o Distrito Federal. Viva o BRASIL, minha gente.
-O que? o leitor ainda quer ir pra Miami? então tá. perdi meu tempo escrevendo isso.
Os créditos da expressão "Estrangeiro Brasileiro" são do meu amigo Narcísio Sousa, em mais um dos seus momentos de indignação produtiva.
O Brasil tem uma quantidade enorme de estrangeiros. Não estou falando dos japoneses, italianos, Franceses, Paraguaios, Uruguaios ou Argentinos. Estou falando de nós mesmos, nascidos nestas paragens tupiniquins. Nós realmente conhecemos a nossa pátria? nos respeitamos enquanto membros de uma mesma nação soberana? se alguém me fizesse essas duas perguntas, eu responderia NÃO e NÃO.
No meu ponto de vista, um habitante da hipermegalometrópole São Paulo, ou de qualquer outro lugar da abastada região Sudeste, que pensa que nós nordestinos, não conhecemos maravilhas tecnológicas como a eletricidade ou telefones celulares, não passa de um estrangeiro. Também é estrangeiro um nordestino que pensa que na região norte só há mato e índios. É um festival deprimente de preconceitos e asneiras sedimentadas em nosso povo por um senso comum emburrecedor, que me dá nos nervos.
Morei na capital federal há oito anos, por um período curto, mas suficiente para provar da ignorância geográfica de parte dos habitantes daquele quadradinho do oeste de Goiás. Eu estudava numa escola pública, porém muito boa. Eu tinha muitos amigos, gente do bem mesmo. Mas sempre vinha um engraçadinho perguntar pra mim coisas do tipo: "Ei Dowglas, como é o trânsito lá no Maranhão? só tem carroças?" ou: "é verdade que o chão lá é todo rachado por causa da seca?".
O nordeste brasileiro é uma região que sofre bastante com preconceitos, fato que torna especialmente repugnante a existência de ignorância entre um estado e outro de nossa própria região. Os maranhenses acham que os piauienses só sabem comer bode e tomar cachaça. Os piauienses são convictos de que o Maranhão é a terra da macumba, da pobreza e da miséria (quando, na verdade, Piauí e Maranhão sempre andaram de mãos dadas quando o assunto é pobreza). Todos os estados do Nordeste alimentam o senso comum de que Pernambuco é terra de maconheiros e que a Bahia só tem gente preguiçosa. Isso pra citar apenas alguns.
Eu moro no estado do Piauí, talvez o mais sofrido no que diz respeito a preconceitos. O povo daqui é muito esforçado, estudioso e ambicioso - no bom sentido, o sentido de crescer, ir pra frente. Gente humilde, trabalhadora. Mas a penosa ignorância geográfica também existe por aqui. Tenho bastante curiosidade de conhecer os preconceitos que os Ludovicenses (habitantes da Ilha de São Luís, capital do Maranhão, meu estado natal) têm com o resto do Brasil. Devem ser horríveis também. Afinal, só visitei São Luís uma única vez, ocasião na qual passei apenas um dia na cidade. Em uma próxima oportunidade, tratarei de passar mais tempo para descobrir isso.
O que está esperando? livre-se desse estrangeiro burro que há em você! Não será fácil fazer isso, ele é insistente. Mas para vencê-lo, nada como doses cavalares de leitura e informação. Nunca é tarde pra fazer isso. Afinal, viva o Piauí, o Maranhão, o Ceará, o Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Sergipe, Paraíba, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins, Pará, Amazonas, o sofrido e excluído Acre, Roraima, Rondônia, Amapá e o Distrito Federal. Viva o BRASIL, minha gente.
-O que? o leitor ainda quer ir pra Miami? então tá. perdi meu tempo escrevendo isso.
Os créditos da expressão "Estrangeiro Brasileiro" são do meu amigo Narcísio Sousa, em mais um dos seus momentos de indignação produtiva.
Atualiza!
Vocês devem estar pensando: "eita blog que demora pra atualizar!". Explico: é que nem sempre posso atualizá-lo, moro na casa de tios e às vezes o computador está ocupado. Mas faço o possível para manter o blog (já que meus dois blogs anteriores foram um fracasso total, prometi que não iria desistir desse). Hoje ou amanhã estarei postando novidades.
Dowglas
Dowglas
domingo, 6 de abril de 2008
Águas de março, de abril, de maio...

Teresina está em estado de emergência. Quem decretou foi o prefeito Sílvio Mendes, em virtude das fortes chuvas que fizeram transbordar os rios Poti e Parnaíba em alguns pontos da cidade. As águas do Poti já invadiram a avenida Raul Lopes na altura do shopping Riverside Walk (se as águas subirem mais, logo será o River inside Walk), e mais alguns pontos diversos pela cidade. O Parnaíba está prestes a banhar o asfalto da avenida Maranhão nos pontos mais movimentados (se é que já não banhou, não fui até a avenida nesse domingo). A ex-imagem de Iemanjá (destruída por vândalos), no cais do velho monge, encontra-se parcialmente submersa na água marrom.
Tais enchentes proporcionam um fenômeno curioso. Enquanto alguns contabilizam os prejuízos, choram o que perderam ou vêem-se desabrigados, muita gente observa as enchentes como atrações turísticas, tirando fotos e tudo. O encontro dos rios, famoso ponto turístico no bairro Poti Velho, está completamente submerso, o que têm levado muita gente até lá para ver a abundância mandada por São Pedro.
Confesso que eu mesmo acho bonito ver tanta água passando por baixo das pontes e deixando os rios caudalosos. Mas imediatamente paro de ver beleza quando lembro de quem está sofrendo com essa situação, e repreendo a mim mesmo mentalmente. Fazia muito tempo que eu não via nada assim, achei que os grandes e generosos invernos no Maranhão e no Piauí tinham se acabado. Mas eu errei. alguns meteorologistas previram que este seria um período de poucas chuvas, quando elas deveriam ser muitas. Eles erraram também.
Até nos desastres, nós, brasileiros, somos um povo diferente. Mas isso é assunto para a série "Os povos mais esquisitos da face da terra", hihihihih.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Os povos mais esquisitos da face da Terra
Japoneses
O povo do Japão é extremamente singular. Eles são bastante conhecidos no resto do mundo por ter os olhos puxados, mas isso é só o começo de uma série de interessantes características culturais/artísticas/gramaticais/musicais/não-sei-o-que-mais.
Eles comem sentados no chão, mais precisamente em almofadinhas. Fazem churrasco de macarrão Lámen, comem peixe cru (ninguém nunca os ensinou a cozinhá-los) e às vezes voam (nem venham dizer que é mentira, pois eu já vi no clã das adagas voadoras). Estudam e trabalham 23 horas por dia, sempre perseguindo metas como loucos. Caso não as consigam, suicidam-se. Aliás, não suicidam-se só por isso. Os japoneses se matam pra caramba. O índice de suicídios é bastante alto nas paragens nipônicas.
No lugar de ver novelas, eles lêem mangás (não que assistir novelas não seja estranho). Aliás, os mangás, por si só, são bem legais: são lidos de trás pra frente. Escrevem verticalmente, em uma língua tão complicada quanto explicar batom na cueca. Na terra do sol nascente, as pessoas são bem fechadas, mas devido ao contato com o ocidente, essa situação têm melhorado. No âmbito do lazer, gostam de se esbaldar desafinando em karaokês e enchendo a cara de saquê, nome da cerveja local. Os jovens de lá masturbam-se lendo mangás de hentai (quadrinhos de sacanagem), e não vendo filmes pornôs.
Mas a contribuição mais importante que os japoneses deram ao mundo foram os seriados live action, principalmente os de super sentai (grupos de heróis coloridos) , dentre os quais destaco os antigos Changeman e Flashman. Hoje esses super-heróis trabalham em festas de aniversário e como seguranças particulares em Tokyo.
Os desenhos animados japoneses são bastante admirados no mundo todo, e têm milhares de adeptos no Brasil. Na época do clássico "Os cavaleiros do zodíaco" (do qual sou fã), a febre foi tamanha que todas as adolescentes do Brasil apaixonaram-se pelo Shyriu de dragão, deixando no abandono milhões de mancebos brazucas cheios de amor pra dar. Um ponto interessante nos desenhos animados de lá é que os personagens têm os olhos enormes. Os japoneses dizem que é pra dar mais expressividade, mas é puro complexo por causa dos olhos puxados e quase sem pálpebras. Outro complexo de inferioridade deles aparece mascarado nos quadrinhos hentai, se é que vocês me entendem, hehehe.
"A mulher japonesa é a melhor nadadora do mundo. Nada de frente, nada de costas, nada de bunda..."
Eles comem sentados no chão, mais precisamente em almofadinhas. Fazem churrasco de macarrão Lámen, comem peixe cru (ninguém nunca os ensinou a cozinhá-los) e às vezes voam (nem venham dizer que é mentira, pois eu já vi no clã das adagas voadoras). Estudam e trabalham 23 horas por dia, sempre perseguindo metas como loucos. Caso não as consigam, suicidam-se. Aliás, não suicidam-se só por isso. Os japoneses se matam pra caramba. O índice de suicídios é bastante alto nas paragens nipônicas.
No lugar de ver novelas, eles lêem mangás (não que assistir novelas não seja estranho). Aliás, os mangás, por si só, são bem legais: são lidos de trás pra frente. Escrevem verticalmente, em uma língua tão complicada quanto explicar batom na cueca. Na terra do sol nascente, as pessoas são bem fechadas, mas devido ao contato com o ocidente, essa situação têm melhorado. No âmbito do lazer, gostam de se esbaldar desafinando em karaokês e enchendo a cara de saquê, nome da cerveja local. Os jovens de lá masturbam-se lendo mangás de hentai (quadrinhos de sacanagem), e não vendo filmes pornôs.
Mas a contribuição mais importante que os japoneses deram ao mundo foram os seriados live action, principalmente os de super sentai (grupos de heróis coloridos) , dentre os quais destaco os antigos Changeman e Flashman. Hoje esses super-heróis trabalham em festas de aniversário e como seguranças particulares em Tokyo.
Os desenhos animados japoneses são bastante admirados no mundo todo, e têm milhares de adeptos no Brasil. Na época do clássico "Os cavaleiros do zodíaco" (do qual sou fã), a febre foi tamanha que todas as adolescentes do Brasil apaixonaram-se pelo Shyriu de dragão, deixando no abandono milhões de mancebos brazucas cheios de amor pra dar. Um ponto interessante nos desenhos animados de lá é que os personagens têm os olhos enormes. Os japoneses dizem que é pra dar mais expressividade, mas é puro complexo por causa dos olhos puxados e quase sem pálpebras. Outro complexo de inferioridade deles aparece mascarado nos quadrinhos hentai, se é que vocês me entendem, hehehe.
"A mulher japonesa é a melhor nadadora do mundo. Nada de frente, nada de costas, nada de bunda..."
Cléber Machado
sábado, 29 de março de 2008
Acorda!
FOOOOOOOOOOOOM! FOOOOOOOOOOOOOOOM!
A chaminé do navio soa alto na manhã de segunda-feira. O barulho é característico, e acorda o pobre rapaz pra mais um dia de trabalho e estudo. Afinal, é mais uma semana que começa na cidade de Teresina. Mas peraí: navio em Teresina? explica-se: é o modesto telefone celular, colocado estrategicamente entre a cama e a parede do quarto, e que imita o som da chaminé, servindo de despertador.
São 06h:10min. Cambaleando, o jovem estudante levanta-se da cama, espreguiça-se bem e segue pro banheiro, pra tomar o frio banho da manhã. No caminho, bate violentamente contra a parede do quarto, o que faz seu corpo rodopiar. Recobra o equilíbrio, para o perder novamente na beira da porta do banheiro, com outro esbarrão. Certifica-se de que a toalha de banho grande e verde está no banheiro, e a grande luta se inicia: ele tem que arranjar coragem pra entrar naquele chuveiro frio.
E pensar que há apenas dez minutos ele estava no conforto da cama quentinha... mas logo o magro e esticado garoto lembra-se de que poderia evitar aquele sofrimento. Bastava dormir mais cedo todos os dias, afinal estava semi-sonâmbulo. Na noite anterior tinha ficado acordado até 01:00 da madrugada assistindo um filme de batalha de seres alienígenas que já tinha assistido, no mínimo cinco vezes. No fundo, ele gosta de passar sono, num hábito terrrível pra sua própria saúde.
Depois de ter esfregado as mãos no peito e tórax freneticamente numa tentativa de aquecer-se antes de entrar no banho, eis que a coragem vem à tona. E ela sempre vem, afinal, ele tem que trabalhar. E pra trabalhar, tem que acordar, e pra acordar, tem que tomar banho frio. Finalmente, pula dentro do feixe de água, e imediatamente a mandíbula começa a tremer.
- brrrrrrrrrr....
(fala sério. Um post sobre meu banho matutino... eu tô mesmo é sem assunto!)
A chaminé do navio soa alto na manhã de segunda-feira. O barulho é característico, e acorda o pobre rapaz pra mais um dia de trabalho e estudo. Afinal, é mais uma semana que começa na cidade de Teresina. Mas peraí: navio em Teresina? explica-se: é o modesto telefone celular, colocado estrategicamente entre a cama e a parede do quarto, e que imita o som da chaminé, servindo de despertador.
São 06h:10min. Cambaleando, o jovem estudante levanta-se da cama, espreguiça-se bem e segue pro banheiro, pra tomar o frio banho da manhã. No caminho, bate violentamente contra a parede do quarto, o que faz seu corpo rodopiar. Recobra o equilíbrio, para o perder novamente na beira da porta do banheiro, com outro esbarrão. Certifica-se de que a toalha de banho grande e verde está no banheiro, e a grande luta se inicia: ele tem que arranjar coragem pra entrar naquele chuveiro frio.
E pensar que há apenas dez minutos ele estava no conforto da cama quentinha... mas logo o magro e esticado garoto lembra-se de que poderia evitar aquele sofrimento. Bastava dormir mais cedo todos os dias, afinal estava semi-sonâmbulo. Na noite anterior tinha ficado acordado até 01:00 da madrugada assistindo um filme de batalha de seres alienígenas que já tinha assistido, no mínimo cinco vezes. No fundo, ele gosta de passar sono, num hábito terrrível pra sua própria saúde.
Depois de ter esfregado as mãos no peito e tórax freneticamente numa tentativa de aquecer-se antes de entrar no banho, eis que a coragem vem à tona. E ela sempre vem, afinal, ele tem que trabalhar. E pra trabalhar, tem que acordar, e pra acordar, tem que tomar banho frio. Finalmente, pula dentro do feixe de água, e imediatamente a mandíbula começa a tremer.
- brrrrrrrrrr....
***************************************
Sim, esse sou eu acordando. Normalmente o banho nos outros horários é bem legal aqui em Teresina, dado o calor que a capital oferece. Mas de manhãzinha não tem jeito. É relativamente frio. Talvez se eu fosse menos magro eu sofresse menos hehehehe.(fala sério. Um post sobre meu banho matutino... eu tô mesmo é sem assunto!)
quinta-feira, 20 de março de 2008
Folga
Apesar de estar em casa me recuperando da extração de um dente molar e curtindo o feriado, estou sem computador (tá no conserto). Ou seja, até segunda-feira, pessoal. Agora vou ali curtir as guloseimas da semana santa (mas com todo o cuidado pra não machucar o lugar do dente).
Feliz Páscoa pra todo mundo.
Feliz Páscoa pra todo mundo.
domingo, 16 de março de 2008
Mas foi quase
"Nunca conte com o ovo no cool da galinha". Esse é um ditado do qual gosto muito, e que serviria perfeitamente de título para o vídeo abaixo.
Sifu.
Sifu.
quinta-feira, 13 de março de 2008
CD bom esse...

Atualmente estou ouvindo o álbum "Sleep through the static", do Jack Johnson. Baixei as faixas da net esperando ouvir boa música, mas me surpreendi. O CD é ótimo! muito bom do começo ao fim das 14 faixas. Gostei bastante de "Angel", "Go on" e da faixa título, além da faixa "Hope".
Não é meu intuito fazer resenha do CD (isso é coisa do Daniel), mas indicá-lo a quem estiver lendo. Vale a pena ouvir todas as músicas do CD, que é surf music pra ninguém botar defeito.
segunda-feira, 10 de março de 2008
De volta
Voltei às aulas na UESPI. O que significa que mais diversão, e mais posts toscos estão por vir. Assim que eu arranjar tempo pra postar, é claro.
aguardem hehehe.
aguardem hehehe.
terça-feira, 4 de março de 2008
SeparaDOR
Quem usa ou já usou aparelho ortodôntico levante a mão!
Pois é. Vocês que levantaram a mão devem conhecer um negocinho chamado espaçador (ou separador), que serve pra dar espaço entre os dentes antes da colocação dos anéis do aparelho. São coisas extremamente incômodas, mais precisamente borrachas que ficam entre os dentes molares, massacrando a gengiva e impedindo a atividade corriqueira de mastigar qualquer coisa.
Pois é. Estou usando esses troços, o que está limitando a minha dieta a certas iguarias da culinária oriental e caldinho de carne moída. Cada movimento com a boca é uma agonia de dor.
Segundo relatos do prórprio criador dos espaçadores ortodônticos, o atual recorde de tempo com uso de espaçador é de Chuck Norris. Ele passou aproximadamente 3 anos usando as borrachinhas, quando o resto dos meros mortais sucumbe antes dos 3 dias. Há ainda boatos de que Chuck mastigava ouriços do mar e diamantes brutos mesmo com os separadores nos dentes superiores e inferiores, só pra tirar onda.
Sexta-feira eu vou exorcizar essa obra de satanás da minha boca. Se eu sobreviver até lá, é claro. Afinal, eu não sou Chuck Norris.
UPDATE: tirei as borrachinhas. Estou vivo, thank God.
Pois é. Vocês que levantaram a mão devem conhecer um negocinho chamado espaçador (ou separador), que serve pra dar espaço entre os dentes antes da colocação dos anéis do aparelho. São coisas extremamente incômodas, mais precisamente borrachas que ficam entre os dentes molares, massacrando a gengiva e impedindo a atividade corriqueira de mastigar qualquer coisa.
Pois é. Estou usando esses troços, o que está limitando a minha dieta a certas iguarias da culinária oriental e caldinho de carne moída. Cada movimento com a boca é uma agonia de dor.
Segundo relatos do prórprio criador dos espaçadores ortodônticos, o atual recorde de tempo com uso de espaçador é de Chuck Norris. Ele passou aproximadamente 3 anos usando as borrachinhas, quando o resto dos meros mortais sucumbe antes dos 3 dias. Há ainda boatos de que Chuck mastigava ouriços do mar e diamantes brutos mesmo com os separadores nos dentes superiores e inferiores, só pra tirar onda.
Sexta-feira eu vou exorcizar essa obra de satanás da minha boca. Se eu sobreviver até lá, é claro. Afinal, eu não sou Chuck Norris.
UPDATE: tirei as borrachinhas. Estou vivo, thank God.
sábado, 1 de março de 2008
Gêmeos
Não consegui uma foto melhor do Dadá Maravilha (ex-jogador de futebol e autor de frases comédias), mas quem conhece ele sabe que é quase um irmão gêmeo do Barack Obama (presidenciável do partido democrata americano em clima de já ganhou).
Afinal, é como diz o Dadá: "Não me venha com problemática que eu tenho a solucionática"
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