Sempre achei que o mundo, mais do que aos espertos, pertence aos caras de pau. Depois de, há algum tempo, conhecer o gênero stand-up comedy, tive mais certeza ainda. Afinal, é preciso ser muito astuto pra subir num palco e fazer uma platéia rir munido apenas de um microfone e de um texto próprio. Aliás, de um microfone, de um texto próprio e de uma cara de pau, é claro.
Ontem, pela primeira vez, assisti a um show de stand-up. Foi o Oscar Filho, do clube da comédia stand-up e do programa CQC (Band) que se apresentou no Rio Poty Hotel, aqui em Teresina. Aliás, um local bastante incoveniente para o show. O auditório não apresentava aquele declive das poltronas – o piso era reto mesmo, e isso é um detalhe altamente desagradável quando o humorista em questão parece um anão de jardim. Tive que ficar me esticando o tempo todo pra ver melhor.
O show começaria às 20h, e eu cheguei às 19h30 ao hotel pensando que ia pegar um lugar privilegiado. Mais uma vez me lasquei e só consegui uma modesta sétima fileira, em uma cadeira atrás de um pirralho que me incomodaria bastante durante a apresentação. O show “Putz Grill” começou com 26 minutos de atraso, e quando o Oscar apareceu, foi aquele escarcéu. Sem mais delongas, ele começou o show, muito bom por sinal. Devo dizer que o talento do Oscar como ator o ajuda bastante no stand-up. Eu e meu amigo Ben Rholdan (que conseguiu ir de última hora) rimos durante todo o show, como se fôssemos deputados absolvidos em alguma CPI de Brasília.
Como eu previa, algumas menininhas deram em cima do Oscar durante o show, e ele, é claro, levou na malandragem (mas com a devida empolgação). Com um texto totalmente novo, botou todo mundo pra gargalhar. O pirralho à minha frente se deliciava com as piadas e, não contente em gargalhar, batia com violência os pés no chão, o que gradualmente me enchia o saco. Quando o show terminou, eu estava com dor de barriga de tanto rir. Rholdan reclamou de uma dor nas articulações do queixo, que ele também atribuiu às muitas risadas.
Assistir ao show “Putz Grill” só fez me deixar ainda mais fã do formato stand-up comedy. Alguns amigos até me incentivaram recentemente a escrever textos para stand-up. (“Pô Dowglas, você é engraçado pra caramba... por que você não tenta?” Insistiram tanto que acabei escrevendo algumas linhas descompromissadas, muito pouco ainda. Assim que eu arranjar dinheiro (pra pagar as pessoas pra rirem das minhas piadas) eu ponho em prática.
Agora é esperar por mais show como esse. Quem sabe o Rafinha Bastos, o Danilo Gentili ou o Fábio Rabin não resolvem aparecer por aqui? E que nunca mais uma criança hiperativa resolva sentar perto de mim.
Ontem, pela primeira vez, assisti a um show de stand-up. Foi o Oscar Filho, do clube da comédia stand-up e do programa CQC (Band) que se apresentou no Rio Poty Hotel, aqui em Teresina. Aliás, um local bastante incoveniente para o show. O auditório não apresentava aquele declive das poltronas – o piso era reto mesmo, e isso é um detalhe altamente desagradável quando o humorista em questão parece um anão de jardim. Tive que ficar me esticando o tempo todo pra ver melhor.
O show começaria às 20h, e eu cheguei às 19h30 ao hotel pensando que ia pegar um lugar privilegiado. Mais uma vez me lasquei e só consegui uma modesta sétima fileira, em uma cadeira atrás de um pirralho que me incomodaria bastante durante a apresentação. O show “Putz Grill” começou com 26 minutos de atraso, e quando o Oscar apareceu, foi aquele escarcéu. Sem mais delongas, ele começou o show, muito bom por sinal. Devo dizer que o talento do Oscar como ator o ajuda bastante no stand-up. Eu e meu amigo Ben Rholdan (que conseguiu ir de última hora) rimos durante todo o show, como se fôssemos deputados absolvidos em alguma CPI de Brasília.
Como eu previa, algumas menininhas deram em cima do Oscar durante o show, e ele, é claro, levou na malandragem (mas com a devida empolgação). Com um texto totalmente novo, botou todo mundo pra gargalhar. O pirralho à minha frente se deliciava com as piadas e, não contente em gargalhar, batia com violência os pés no chão, o que gradualmente me enchia o saco. Quando o show terminou, eu estava com dor de barriga de tanto rir. Rholdan reclamou de uma dor nas articulações do queixo, que ele também atribuiu às muitas risadas.
Assistir ao show “Putz Grill” só fez me deixar ainda mais fã do formato stand-up comedy. Alguns amigos até me incentivaram recentemente a escrever textos para stand-up. (“Pô Dowglas, você é engraçado pra caramba... por que você não tenta?” Insistiram tanto que acabei escrevendo algumas linhas descompromissadas, muito pouco ainda. Assim que eu arranjar dinheiro (pra pagar as pessoas pra rirem das minhas piadas) eu ponho em prática.
Agora é esperar por mais show como esse. Quem sabe o Rafinha Bastos, o Danilo Gentili ou o Fábio Rabin não resolvem aparecer por aqui? E que nunca mais uma criança hiperativa resolva sentar perto de mim.


