domingo, 31 de agosto de 2008

Surpreendente

Muitos seres humanos têm, na verdade, consciência de rato.

Temos o repugnante costume de julgar as pessoas pela aparência ou pelo modo com que se comportam em determinadas situações. Às vezes tenho a impressão de que rotular os outros passou a ser uma necessidade, na (impossível) tarefa de tentar entender esse mundo esquisito.

Pois bem.

Convido-lhes a ver o vídeo abaixo. Aposto que ao final vocês estarão arrepiados com o que acontece. Trata-se de um programa semelhante ao "Ídolos" (ou astros... aquele do SBT). Não vou dizer mais nada. Apenas vejam o vídeo:



Ah, esse cara ganhou a final do programa.
Calou a boca dos que o julgaram antecipadamente... demais não?

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Reformas

Este blog esteve mais desatualizado que o normal nos últimos dias, pois eu estava sem internet em virtude da reforma do piso aqui. Mas já estou preparando uma nova leva de posts, aguardem hehehehe.


Dowglas

sábado, 23 de agosto de 2008

Antes da decisão

Os jogos olímpicos de Pequim estão chegando ao fim - sem querer, acabou rimando. Muita coisa aconteceu desde que a superlativa cerimômia de abertura deixou a todos de boca aberta no último dia 08.

Para tristeza do meu amigo Maurício, a Jade Barbosa não conquistou medalha. O favorito Diego Hypólito Também não. Estou escrevendo esse pequeno texto minutos antes de a seleção brasileira masculina de voleibol entrar em quadra e buscar o ouro contra os Estados Unidos. Ontem, as meninas do vôlei conquistaram o ouro, também contra os EUA.

Estou com sono, e provavelmente não conseguirei assisitir à partida inteira. Mas vamos ver no que dá. Qualquer que seja o resultado da partida, farei um complemento (ou, dizendo da forma mais chique, um UPDATE) nesse post, pela manhã, quando já tiver dormido bastante e recuperado a vontade de escrever. Até lá.

Vamos nessa Brasil!

(dois minutos para começar o jogo)

UPDATE

Já é tarde de domingo, e acordei frustrado pro causa da derrota da seleção masculina de vôlei para os EUA. Fiquei assistindo até depois de 3h da madrugada... e o Brasil perdeu. Mas é assim mesmo. Assisiti pela Band por não ter mais estômago pra aguentar o Galvão Bueno.

Esse discurso já foi feito em outras edições dos jogos, mas nunca é demais repetir que um bom número de atletas olímpicos se constrói todo dia. O Brasil só dá atenção à algumas modalidades de quatro em quatro anos, dificultando tudo. Não adianta culpar os políticos, vamos deixar de mediocridade, isso é lugar-comum. Deixemos nós de ser preguiçosos também. Afinal, como jovem desse país, o que percebo é que a maioria da rapaziada prefere encher a cara quase todo dia, a ter disciplina e praticar algum esporte. Tudo bem que não há a menor estrutura para encorajar os futuros atletas, mas convenhamos, enquanto cidadãos podemos nos esforçar mais.

Enquanto isso, vamos depositando nossas esperanças e compartilhando nossas alegrias olímpicas com um Cielo aqui, uma Maurren Maggi acolá...




segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Magias

Daniel Radcliffe, o Harry Potter dos filmes, posa nu sobre cavalo para promover peça teatral



Peça teatral, né? sei...



E a Hermione lá, gatinha, dando mole pra ele.

Êta mundo doido esse.

domingo, 17 de agosto de 2008

Procurando assunto

Galera, estou meio sem ter o que escrever nesses dias... também tô sem paciência pra escrever aquelas "quase crônicas com final surpreendente" que, vez por outra, posto por aqui.

Eu poderia escrever sobre o Brasil na olimpíada, mas seria um clichê. Então é melhor esperar mais hehehehe.

obrigado pela paciência e, como diria o Marco Luque, "beijo... me liguem!" hehehehe.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Conveniências

Você ainda mata aquelas irritantes muriçocas com tapas? atualize-se!




PÁ!

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Pequim é logo ali

Muita gente não sabe que a olimpíada é, na verdade, o período de quatro anos que separa os jogos. Até há alguns anos, eu também não sabia disso. Mas isso não interessa muito agora. Ou melhor, interessa. Afinal, só se fala nos jogos olímpicos de Pequim (ou Beijing). A China é o point do momento. A moda é admirar-se com a arquitetura do estádio nacional de Pequim (ou Beijing, ou ainda Peking) e com as mais insanas proibições e restrições cotidianas que vigoram no longínquo país oriental, que, em virtude dos jogos, nem é mais tão longínquo assim. Afinal, tá todo mundo indo pra lá!

O brasileiro não fica tão louco nos jogos olímpicos quanto numa copa do mundo, mas não deixa de ser engraçado. De repente, todo mundo passa a ser expert em todos os esportes (“viu ontem aquele flic-flack da Daiane? Se ela tivesse emendado com um triplo-twist esticado ia ser show!” - típica conversa de época de jogos olímpicos). Passamos a torcer por atletas que, antes, nos eram totalmente estranhos. O judô e o salto com vara viram paixão nacional num passe de mágica (aliás, vou torcer bastante pela Fabiana Murer).

Mas também tem o lado cruel. É duro ter que ver todo dia o quadro de medalhas e testemunhar a superioridade das superpotências e seus superatletas superinsuperáveis, com trocentas medalhas de ouro. Quando o Brasil conquista uma dourada, dá-lhe ufanismo, dá-lhe Galvão. É sempre assim. Outra coisa, digamos assim, “masoquista”, são os horários das competições na TV. Quem não viajou pro outro lado do mundo e ficou aqui no Brasil mesmo (como eu) vai ter que assistir tudo de madrugada. Quem quiser ver a seleção feminina de vôlei jogar contra a Itália, no dia 17 (domingo), vai ter que acordar às 3h30min.
Vou torcer bastante pela Jade Barbosa (amor platônico do meu amigo Maurício), pela Fabiana Murer e pelo Jadel Gregório (o cara é fera).

Quanto à seleção do Dunga, vai ter de mostrar serviço....

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Falta de umidade

Tempo seco em SP afeta até bicho de estimação

Matéria que saiu essa semana no G1. Ilustrando o texto, havia uma foto de um gato fazendo inalação (!). Ao ver a cena, imediatamente me perguntei o que o gato diria naquela hora, se pudesse falar. Deve ser isso:


PS: antes que me perguntem, fiz o balão de diálogo nesse site aqui.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Pressa de atravessar

Tarde de uma quinta-feira. Sol de Teresina fazendo formigar a cabeça. O cheiro de xixi da avenida Maranhão me deixava sem ânimo nenhum pra acreditar que há algo de belo e agradável na vida - mas só até eu pensar na Ísis Valverde.

Após sair do SETUT (sigla para Sistema Energúmeno de Transporte Urbano Traiçoeiro) e comprar créditos pra ficar rodando por aí de ônibus, eu aguardava pacientemente a minha vez de atravessar para o outro lado da avenida e começar a gastar os referidos créditos, tomando um ônibus para o bucólico bairro São João. O sinal de pedestres continuava vermelho, e os carros, dirigidos por autênticos motoristas Teresinenses, passavam quase voando pela faixa. No entanto, algumas mulheres que também esperavam pra atravessar resolveram correr o risco e se mandavam correndo pro meio da avenida, a fim de vencê-la.

Todas atravessaram. Na espera, só restamos eu e um senhor de meia idade, que ao ver a cena das moçoilas ignorando o sinal vermelho pra pedestres e correndo na pista, mandou a seguinte constatação:

- É tanta mulher no mundo que elas nem mesmo têm mais medo de morrer (sorriso gaiato)! é muita mulher, rapaz!

Eu concordei com ele. O sinal ficou verde e atravessamos aos risos.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Sempre uma conversa amistosa

Todos gostamos de pessoas surpreendentes, e comigo não é diferente. Admiro gente inteligente e que sabe o que diz. Tenho admiração especial por pessoas que sabem atuar, cantar ou tocar algum instrumento. Isso porque são habilidades louváveis, de artista mesmo. Mas, antes de tudo, gosto de quem faz as pessoas rirem (isso não quer dizer "palhaço"). Ser engraçado, assim como atuar, cantar e tocar, não é fácil. Muitos me dizem que sou engraçado, um piadista nato. Minha mãe me disse que canto bem, mas elogio de mãe não vale. Paula me disse que canto mal, mas não ligo pra o que ela diz. Resumindo, eu não sou de se jogar fora, hehe.

Conheço uma moça chamada Kleidianne que é, acima de tudo, surpreendente. Não sei se ela sabe atuar, cantar e/ou tocar... mas é legal do mesmo jeito. - e ainda é engraçada. Sabe aquela pessoa com quem você gosta de conversar, porque a pessoa tem sempre algo legal a dizer, o que, em segundos, te tira da rotina com um papo surreal? pois é, Kleidianne faz parte desse grupo seleto. Aliás, se você não tem pessoas desse tipo em sua vida, gostaria de dizê-lo que você é um (a) completo (a) BANANA. Ela estudava comigo até há pouco tempo lá na UESPI, mas agora está em outro bloco. Azar o meu, e azar da nossa turma inteira. Dianne (olha a intimidade kkk), Manguita, Trufa de Tangerina (quem tem um apelido desses? GENIAL!)... ela sempre surpreende. Jeito quieto, olhos puxados, e um sarcasmo irresistível. Always a friendly conversation.

A propósito, ela tem um blog, o Manguita. Afinal, Dianne faz parte dos que preferem um blog à superficialidade dos flogs e fotologs da vida. Sempre que passo no Manguita, me surpreendo. Dianne já disse que sou inteligente, humilde e um sweet gentleman (ela também tem o poder de inflar o meu ego, hihi), mas na verdade ela é que é demais. Basta ver que, enquanto escrevo besteiras e palhaçadas no meu blog, ela enche os olhos dos visitantes do Manguitas com poesias e textos geniais (por exemplo, esse aqui). Não conheço muito outros amigos da Kleidianne (a não ser a galera da nossa turma de Comunicação - sendo ela mais apegada ao Ben Rholdan, Eudóxia e Gisele), mas tenho certeza de que ela é muito querida. Obrigado Bom Jesus (o filho de Deus), e obrigado Bom Jesus (a cidade piauiense na qual ela nasceu), pela existência da Dianne.

Ah, você que não é amigo(a) de ninguém como a Dianne: deixe de ser BANANA e pelo menos visite o blog Manguita!



quinta-feira, 17 de julho de 2008

Férias?

Pois é galera... eu não estou de férias. É por causa da greve que afetou o período letivo da UESPI, e também tem o meu estágio lá na ASCOM... enfim, tenho que me conscientizar, essa coisa de férias, pra mim, é passado.

Enquanto isso, vou ouvindo músicas dos Beatles, Jack Johnson, Lenny Kravitz e Red Hot Chili Peppers, além de estudar uma apostila de violão (nunca aprendi nada), ler um livro de Jornalismo Econômico (pra um seminário)... resumindo, nada de muito divertido.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Skydiving of love

A mocinha estava realizada. Nunca tinha namorado alguém, digamos, assim. O rapaz era um pára-quedista profissional. Também era instrutor de saltos. Na primeira vez que levou o namorado à sua casa, os pais ficaram com o pé atrás.

- Mas isso não é perigoso?
- Que nada, mãe - respondeu a garota.

O pai, sentado numa poltrona de tecido vermelho-escuro ao canto da sala, parou de ler o jornal e levantou-se quando ouviu a conversa sobre o trabalho do rapaz. Aproximou-se dele:

- Hum, um pára-quedista – admirou-se o pai.
- E instrutor – retrucou o jovem.
- Eu tive um amigo que foi pára-quedista do exército no Rio de Janeiro, lá pelos anos setenta. Fez oitocentos e tantos saltos. Hoje está aposentado.
- No dia dos namorados, vou dar um salto de presente pra sua filha. Vamos pular juntos!
- Como é que é? Minha filha! Você teria coragem?
- Claro, pai. O Gilberto é o melhor de todos os skydivers que conheço.
- Eskai o quê?
- Ah esquece, pai.

E assim passaram-se pouco menos de dois meses até o dia 12 de junho – uma tarde ensolarada, com ventos fracos e um céu de brigadeiro com um azul de tonalidade olhos-de-Ana-Paula-Arósio. Encontraram-se numa pistinha de pouso, feita de terra, afastada da cidade. Preparativos iniciais completos, tudo dito, re-dito e ter-dito, equipamentos de segurança ajustados (“não se preocupe, eles suportam até duzentos quilos”).

- Já vamos decolar! Alguém quer ir ao banheiro? – berrou um sujeito de macacão colorido perto do avião que seria usado no vôo.

Feitas as necessidades, o pequeno grupo acomodou-se no também pequeno avião que, sem demora, deixou o solo e partiu rumo ao azulão do firmamento. Lá pelas tantas, o piloto nivelou o avião e fez um sinal para o grupo. Era a hora da verdade.

- Vamos lá! – gritou o rapaz para a moça, atrapalhado pelo vento que sacudia a aeronave. Então saltaram. O avião ficava menos acima deles, e o ar batia cortante nos óculos protetores. Pareciam flutuar. Era assim, afinal, que os condores sentiam-se em seu vôo majestoso e solitário – pensou a garota.

Mas ao contrário dos condores, o casal estava caindo a duzentos quilômetros por hora. Após alguns segundos de queda livre, já era tempo de puxar a alça e abrir o pára-quedas, mas o rapaz retardava a ação e prolongava o mergulho – ele estava em êxtase. Afinal, aquele salto era especial, estava junto da namorada. O vento baita forte nas bochechas da moça, quando ela olhou para o rosto do namorado, que conservava os olhos fechados e um esboço de sorriso. Começou a preocupar-se. O chão crescia à frente, e ela nada podia fazer. Tentou chama-lo, tentou também puxar a alça do pára-quedas, mas não a alcançou.

E assim mergulharam velozmente até o solo, num momento final de amor e contemplação.


****************************************************

TCHARAAAAM hehehehehe.







quinta-feira, 3 de julho de 2008

Só uma picadinha... (o retorno)

Lembram daquela foto de capa do jornal O DIA, sobre uma campanha de vacinação, que rendeu um post aqui no blog? sim isso mesmo, a da agulhada (relembre clicando aqui). Pois é... repetiram a dose, desta vez na edição de hoje (03/07/08), em uma matéria sobre a vacinação de caminhoneiros. Olhem só a cara do cidadão da foto:
foto: Elias Fontinele/O DIA

Méritos para o fotógrafo, que captou um momento tão decisivo.

Mas onde já se viu um caminhoneiro que tem medo de uma agulhinha?

terça-feira, 1 de julho de 2008

Foi-se!


Pra vocês verem como o êxodo no futebol brasileiro acontece cada vez mais cedo, e também no futebol de salão!


fonte: www.pilandia.blogspot.com